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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Novos bafômetros utilizados pela PRE detectam embriaguez mesmo a dez centímetros de distância do rosto do motorista

Doze etilômetros passivos estão sendo testados no Paraná neste feriadão de Finados. Os equipamentos foram comprados por concessionárias de pedágios que têm convênio com o DER.

Novo bafômetro passa por testes, nesta segunda-feira (2), segundo a PRE ©RPC/Reprodução
A Polícia Rodoviária Estadual começou a usar novos bafômetros que identificam o grau de alcoolemia sem precisar que o equipamento entre em contato com boca dos motoristas. A novidade, que ainda está em fase de teste, passou a ser usada neste feriado de Finados.

O etilômetro passivo, como é chamado, é usado a uma distância de 10 centímetros entre o rosto do motorista e o equipamento. Quando o condutor sopra, a tela do equipamento indica a presença ou não de álcool.

“É bem melhor. Assopra de longe, não tem contato com o aparelho, é menos perigoso”, disse um motorista.

“Excelente iniciativa, o vírus pode estar ali [no equipamento]”, afirmou outro usuário das rodovias estaduais.

O Paraná tem 12 etilômetros passivos que foram entregues junto com os carros novos adquiridos para a Polícia Rodoviária Estadual. Como o estado tem seis companhias, cada uma recebeu dois equipamentos.

Cada aparelho custou R$ 2 mil e foram comprados por concessionárias de pedágio que têm convênio com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

A novidade foi aprovada por motoristas e policiais. Nos casos em que são identificados a presença de álcool no sangue, a denúncia é instantânea e chamativa.

“A partir do momento que esse equipamento, que está em testes, detectar algum nível de ingestão de bebida alcoólica, esse condutor será submetido ao teste tradicional que é certificado pelo Inmetro e emite a guia do valor aferido, o laudo do teste”, explicou o subtenente da PRE, Adalberto Alves da Silva.

A expectativa dos policiais é que uma vez que o novo bafômetro seja aprovado ele permaneça em uso inclusive depois da pandemia, já que além de garantir maior segurança para saúde de policiais e usuários, gera menos custo e agiliza o trabalho nas estradas.

“O outro aparelho tem a necessidade de descartar o bocal utilizado, gerando um custo ao Estado. Com esse novo equipamento não há custo agregado”, afirmou o subtenente.

Por RPC Londrina

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